Quando se fala em tratamento para hiperplasia prostática benigna (HPB), o avanço tecnológico trouxe novas abordagens. Entre elas, destacam-se HoLEP e Rezum. As duas técnicas têm como objetivo aliviar os sintomas urinários causados pelo aumento da próstata. No entanto, elas usam métodos diferentes e são indicadas para perfis distintos de pacientes. Por isso, entender a diferença entre HoLEP vs Rezum é importantíssimo para escolher o tratamento mais adequado.
O HoLEP é um procedimento que utiliza laser de holmium. Ele permite a remoção quase completa do tecido prostático obstrutivo, com precisão milimétrica. Já o Rezum utiliza vapor de água para causar necrose do tecido aumentado, que depois é reabsorvido naturalmente pelo organismo. Ambos os procedimentos são minimamente invasivos, mas possuem particularidades importantes que influenciam nos resultados e na recuperação.
HoLEP vs Rezum: tempo de recuperação e efetividade
O tempo de recuperação é um fator essencial para muitos pacientes. O HoLEP, apesar de ser uma cirurgia, tem recuperação rápida. A maioria dos pacientes recebe alta no mesmo dia ou no dia seguinte. Já o Rezum, por ser ambulatorial, também permite retorno rápido às atividades. No entanto, os efeitos podem demorar mais para aparecer, já que o corpo precisa reabsorver o tecido ao longo de semanas.
Quando comparamos HoLEP vs Rezum em relação à efetividade, o HoLEP costuma apresentar resultados mais duradouros. Isso porque ele remove grande parte do tecido obstrutivo, reduzindo de forma significativa a chance de uma nova intervenção. O Rezum, por sua vez, é ideal para próstatas menores e casos mais leves de HPB. A escolha entre HoLEP e Rezum também depende do histórico médico do paciente. Por exemplo, quem utiliza anticoagulantes pode se beneficiar do HoLEP, pois o laser promove uma coagulação eficiente. Além disso, pacientes com obstrução severa ou retenção urinária podem obter melhores resultados com o HoLEP.
Qual é menos invasivo e mais indicado para você?
Ambos os tratamentos são minimamente invasivos, mas atuam de forma diferente. O Rezum é menos agressivo e não exige retirada do tecido no momento do procedimento. Por isso, costuma ser eficaz para homens mais jovens ou que ainda desejam preservar a ejaculação. Já o HoLEP, mesmo sendo mais completo, pode alterar esse aspecto da função sexual, embora preserve a ereção.
A escolha entre HoLEP vs Rezum deve considerar:
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tamanho da próstata;
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sintomas urinários apresentados;
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idade do paciente e desejos reprodutivos;
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doenças associadas;
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expectativas quanto ao tempo de melhora.
Um ponto importantíssimo é que o HoLEP tem mostrado resultados superiores em estudos de longo prazo. Ele oferece alívio imediato dos sintomas, melhora do fluxo urinário e baixa taxa de retratamento. Dr. Thiago Hota, referência na técnica, defende o uso do HoLEP justamente por sua eficácia comprovada em casos moderados a severos de HPB.
Por outro lado, o Rezum ainda é uma boa opção para quem busca algo menos invasivo, com menor impacto sobre a ejaculação e bons resultados em casos leves. A decisão deve sempre ser personalizada, levando em conta o estilo de vida e os objetivos do paciente.
HoLEP vs Rezum: qual tratamento escolher?
Entender as diferenças entre HoLEP e Rezum é essencial para tomar uma decisão bem informada. Ambos têm suas vantagens e limitações. Enquanto o HoLEP é ideal para casos mais complexos, com próstata volumosa ou sintomas intensos, o Rezum costuma ser suficiente em situações iniciais da doença.
O acompanhamento com um urologista experiente, como o Dr. Thiago Hota, permite avaliar todos os fatores de forma individualizada. Isso garante mais segurança e melhores resultados no tratamento da HPB. Afinal, cada paciente tem um histórico, um corpo e um ritmo únicos — e o tratamento ideal é aquele que respeita tudo isso. Então, agende sua consulta com o Dr. Thiago Hota.





